segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Legislação - Seus DireitosVeja direitos e benefícios de portadores de deficiência e doenças graves
A legislação brasileira possui algumas normas de benefícios e isenções fiscais para portadores de deficiência e de doenças graves.
Se a moléstia resultar em deficiência física incapacitante, o deficiente pode pleitear as isenções dos seguintes impostos na compra de veículos: ICMS, IOF, IPI e IPVA. A concessão está vinculada à comprovação da condição física do beneficiário, mediante laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
São consideradas doenças graves aquelas que a legislação determina, e que estão relacionadas, entre outros instrumentos normativos, no artigo 1º da Lei nº. 11.052/04. São elas: câncer, aids, moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados de doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome de imunodeficiência adquirida, e fibrose cística (mucoviscidose).
Entre os benefícios e isenções determinados pela legislação para os considerados doentes graves estão: isenção de imposto de renda, aposentadoria por invalidez, saque do FGTS e aposentadoria integral para servidor público.
O Direito de Cada Um
Portadores de Deficiências
Benefício Quem Tem Direito Peculiaridades
ICMS - isenção na compra de automóveis para deficientes Cada Estado da Federação possui sua própria legislação. Em São Paulo a previsão é expressa através do Decreto nº. 45.490/00 O veículo só poderá ter até 127 HP de potência, ser de passageiros e de fabricação nacional. O deficiente que vender o automóvel em menos de três anos da data da compra, terá que pagar todos os impostos devidos.
IOF - isenção nas operações de financiamento para aquisição de veículos (Lei 8.383/91, art.72) Portadores de deficiências físicas atestado pelo DETRAN do Estado onde residirem. Além das mesmas exigências referentes à isenção de ICMS, este benefício só poderá ser concedido uma única vez.
IPI - isenção na Compra de veículos de passageiros (Lei 10.690/03) Pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profundas, ou autistas. O veículo pode ser adquirido diretamente pelo deficiente condutor ou através de seu representante legal. Válido somente para veículos de fabricação nacional, equipados com motor de cilindrada não superior a dois mil centímetros cúbicos, de no mínimo quatro portas inclusive a de acesso ao bagageiro, movidos a combustíveis de origem renovável ou sistema reversível de combustão. Só poderá ser utilizado uma vez, salvo se o veículo tiver sido adquirido há mais de três anos.
IPVA - isenção na compra de veículos por deficientes As disposições quanto à isenção poderão variar conforme dispuser a legislação de cada Estado. Em São Paulo a previsão é expressa através da Lei do IPVA. Esta isenção é válida para a compra de um único veículo. Não se estende a outras taxas como DPVAT, LIC ou multas.
Câncer ou Aids
Imposto de Renda - isenção nos proventos de aposentadoria reforma ou pensão. Leis nºs 8541/92 e 9250/95. Os portadores da moléstia, ainda que tenha surgido após a aposentadoria. A comprovação da doença será mediante laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, Distrito Federal, Estados, e Municípios. As isenções aplicam-se aos rendimentos recebidos a partir do mês de concessão da aposentadoria, reforma ou pensão; do mês da emissão do laudo ou parecer que reconhecer a moléstia ou da data em que a doença foi contraída, quando identificada no laudo pericial, aplicando-se também a isenção à complementação de aposentadoria, reforma ou pensão.
Aposentadoria por invalidez Não basta ter a doença, há a necessidade da pessoa não ter mais condições de exercer qualquer atividade profissional. O benefício independe de carência (número de contribuições). Caso o segurado necessite da assistência permanente de outra pessoa, o valor do benefício será acrescido de 25%.
Aqueles que possuírem financiamento imobiliário por um dos agentes do Sistema Financeiro da Habitação SFH, podem requerer a quitação do imóvel pela seguradora, na proporção estipulada no contrato de financiamento.
Aposentadoria Integral, para o Servidor Público, mesmo não tendo o tempo completo de serviço. Lei 8.112/90, art. 186, §1º Servidor Público Federal aposentado por invalidez permanente, decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional, doenças graves, contagiosas ou incuráveis, mesmo contraídas após a concessão do benefício. Os Servidores municipais e estaduais são regidos por legislação específica que seguem as mesmas regras da Lei Federal. Comprovação efetiva da doença e da declaração de invalidez por junta médica oficial, ainda que por profissional da confiança do servidor. A aposentadoria por invalidez será precedida por licença saúde não superior à 24 meses. O Servidor já aposentado terá direito aos proventos legais, a partir da data do laudo médico pericial que comprove o diagnóstico.
PIS/PASEP - Saque de Quotas Resoluções nº. 1 de 15/10/96 e nº. 2 de 17/12/92 Portadores da enfermidade ou seus dependentes. Não é necessário ser aposentado. Para requerer: PIS: qualquer agência da CEF; PASEP: qualquer agência do Banco do Brasil.
Saque do FGTS (Leis 8.922/94 e Lei 7.670/88) O trabalhador ou qualquer de seus dependentes devidamente inscritos na Previdência Social Não é necessário ser aposentado para usufruir de tal benefício. O saque dos valores depositados na conta vinculada será efetuado isento do IR e CPMF.
Outras Doenças*
Aposentadoria Integral, para servidores públicos, mesmo não tendo o tempo completo de serviço. Lei 8.112/90, art. 186, §1º Servidor Público Federal aposentado por invalidez permanente, decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional, doenças graves, contagiosas ou incuráveis, mesmo contraídas após a concessão do benefício. Os Servidores municipais e estaduais são regidos por legislação específica que seguem as mesmas regras da Lei Federal. Comprovação efetiva da doença e da declaração de invalidez por junta médica oficial, ainda que por profissional da confiança do servidor. A aposentadoria por invalidez será precedida por licença saúde não superior à 24 meses. O Servidor já aposentado terá direito aos proventos legais, a partir da data do laudo médico pericial que comprove o diagnóstico.
Imposto de Renda - isenção nos proventos de aposentadoria ou reforma. Leis nºs 8541/92, 9250/95 e 7.713/88 Os portadores da moléstia, ainda que tenha surgido após a aposentadoria. A comprovação da doença será mediante laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, Estado, Distrito Federal e Municípios. As isenções aplicam-se aos rendimentos recebidos a partir do mês de concessão da aposentadoria, reforma ou pensão; do mês da emissão do laudo ou parecer que reconhecer a moléstia ou da data em que a doença foi contraída, quando identificada no laudo pericial, aplicando-se também a isenção à complementação de aposentadoria, reforma ou pensão. Poderá ser pleiteada a restituição do imposto já recolhido, retroativamente, até a data em que foi constatada a doença.
Aposentadoria por invalidez Não basta ter a doença, há a necessidade da pessoa não ter mais condições de exercer qualquer atividade profissional. O benefício independe de carência (número de contribuições). Caso o segurado necessite da assistência permanente de outra pessoa, o valor do benefício será acrescido de 25%. Aqueles que possuírem financiamento imobiliário por um dos agentes do Sistema Financeiro da Habitação SFH, podem requerer a quitação do imóvel pela seguradora, na proporção estipulada no contrato de financiamento.
*Moléstia profissional, esclerose-múltipla, tuberculose ativa, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de parkinson, espondilartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, osteíte deformante, fibrose cística e contaminação por radiação.
Fonte: www.arpenbrasil.org.br
:: Nossa filosofia :: Medicina Alternativa ou Medicina Complementar?
Até o século 19, as doenças eram predominantemente infecciosas, mas as teorias sobre os motivos do adoecimento eram baseadas em explicações bastante imaginativas ou mágicas. Isso até o descobrimento dos agentes que causavam as infecções, os germes (bactérias, fungos e virus).
Uma defendia a idéia de que eram estrita e exclusivamente os germes que causavam as doenças.
A outra procurava destacar o fato de que para que um germe deixe alguém doente, é necessário que o organismo que o abrigue esteja fragilizado, que ofereça as condições ideais para que ocorra a doença. Uma coisa é a infestação de um germe, outra é o desenvolvimento da doença, que só ocorreria se o corpo de quem recebe o germe estivesse em situação de desarmonia.
A primeira corrente, que destacava a maior importância para o germe e não para o hospedeiro, a pessoa única que abrigava o agente infeccioso, tornou-se dominante, especialmente por oferecer excelentes resultados e salvar milhares de vidas a partir da década de 30, com a descoberta dos antibióticos.
Foi uma era de grandes conquistas, com o Raio X podendo desvendar o organismo vivo, o microscópio examinando e classificando as bacterias e fungos, as vacinas tornando o corpo humano apto a enfrentar vários virus, e assim sucessivamente.
O sucesso foi tanto que, com o passar do tempo, as enfermidades infecciosas começaram a perder importância relativa, já que aumentaram proporcionalmente outras doenças crônicas e degenerativas, como o câncer, as doenças autoimunes, a obesidade e também as enfermidades do coração. Mas o paradigma, a verdade dificilmente questionável, já estava solidificada. O mais importante é a doença e não o doente. O que vale é a causa da doença, e não alguma pessoa particular e única portadora de um estado de desequilíbrio que leva ao adoecimento.
Nas escolas médicas cada doença passou a ser estudada e classificada de modo independente, recebendo muitas vezes o nome do órgão que foi acometido, como apendicite, gastrite, colite ou prostatite. Os princípios destacados por Hipócrates, considerado o pai da medicina e que viveu 600 anos antes de Cristo, da importância e necessidade de higiene física e mental, da alimentação equilibrada, de um estado mental calmo e tranquilo, foram paulatinamente esquecidos.
A notícia boa é que as abordagens consideradas alternativas estão sendo objeto de estudo em grandes centros médicos, especialmente em países do chamado primeiro mundo, sendo que no Brasil algumas já foram totalmente incorporadas à pratica convencional e até elevadas ao estatus de especialidade médica, como a acupuntura e a homeopatia.
Outras medidas ainda não encontraram esse respaldo oficial e encontram-se ainda marginalizadas. Na Clinica Masci, profuramos manter uma visão equilibrada e global, utilizando as medidas que forem necessárias ao paciente. Temos feito um esforço contínuo e deliberado para nos mantermos atualizados nas diversas descobertas científicas, mas ao mesmo tempo conhecendo e aplicando medidas não convencionais na prevenção das enfermidades, promoção da saúde e tratamento das doenças.
Muitas dessas medidas complementam a medicina tradicional, e acreditamos que é assim que deveriam ser tratadas: como um suplemento, e não como uma alternativa que exclui tudo que a ciência médica já alcançou. Essa ultima postura parece ser muito radical e despreza todos os avanços médicos.
Por isso denominamos essas abordagens de Complementares. Algumas podem, sob certas circunstâncias e com limitações, prescindir da abordagem clássica, constituindo um corpo de conhecimentos e aplicações bastante sólidos. Outras não conseguem substituir as práticas convencionais, mas todas contribuem de modo efetivo nos estados de desequilíbrio.
Nossa equipe adota certas diretrizes. Confira:
Diretriz 01: Em primeiro lugar, não cause dano (primum non nocere).
Esse princípio de Hipócrates, o pai da medicina ocidental, insiste na utilização de meios naturais e não tóxicos sempre que possível. Adotamos essa diretriz utilizando instrumentos como a Medicina Ortomolecular (vitaminas, minerais, aminoácidos, etc), Medicina Ultramolecular (substâncias ultra-diluídas), Medicina Herbárea (fitoterapia, hervas medicinais) ou Acupuntura .
Esse princípio de Hipócrates, o pai da medicina ocidental, insiste na utilização de meios naturais e não tóxicos sempre que possível. Adotamos essa diretriz utilizando instrumentos como a Medicina Ortomolecular (vitaminas, minerais, aminoácidos, etc), Medicina Ultramolecular (substâncias ultra-diluídas), Medicina Herbárea (fitoterapia, hervas medicinais) ou Acupuntura .
Diretriz 02: Veja a pessoa como um todo.
O ser humano deve ser visto como uma complexa interação entre o corpo, a mente e o espírito. Como num time de futebol, são necessários vários jogadores com funções específicas, mas nenhum deles isoladamente decide o final da partida. Se a vida é o resultado de um sistema interdependente, sua compreensão deve buscar ser sistêmica, e sua abordagem, multimodal e sinérgica.
O ser humano deve ser visto como uma complexa interação entre o corpo, a mente e o espírito. Como num time de futebol, são necessários vários jogadores com funções específicas, mas nenhum deles isoladamente decide o final da partida. Se a vida é o resultado de um sistema interdependente, sua compreensão deve buscar ser sistêmica, e sua abordagem, multimodal e sinérgica.
Diretriz 03: Nunca esqueça o poder regenerativo na natureza. Seu organismo tem considerável capacidade de auto-regeneração. O conhecimento técnico deve servir primordialmente a essa verdade, fornecendo ao corpo as melhores condições para facilitar e expandir suas aptidões naturais.
Diretriz 04: Identifique a causa. Sintomas subjetivos e alterações orgânicas objetivas dizem que o organismo está reagindo a algum agressor, mas não revela qual é. Ele pode estar a nível físico, mental, emocional ou espiritual, ou ainda na própria interação desses níveis. Não basta simplesmente sustar o sintoma, deve-se sempre procurar a origem do problema, a causa real.
Diretriz 05: Busque o Estado Ideal do Organismo ativamente.
A abordagem médica usual diz: atue quando existir problemas, de preferência precocemente.
Outra, mais avançada, sugere: atue de modo preventivo, antes de um problema aparecer. Prevenir foi, é e sempre será melhor que remediar, seja detectando precocemente os desvios de funcionamento, seja dificultando o aparecimento de doenças.
E, por fim, chegamos a uma diretriz mais recente. Tratar precocemente e prevenir doenças é bom, mas promover a saúde é ainda melhor. Por muito tempo acreditou-se que bastava retirar um determinado problema para que a consequência positiva aparecesse de modo automático. Por exemplo, a saúde mental seria consequência da ausência de transtornos emocionais. Ou a saúde em geral seria assegurada pela ausência de enfermidades. Nos últimos anos ocorreu uma mudança significativa no foco de diversas ciências, a de que não basta assegurar a falta de problemas para garantir uma qualidade positiva, no nosso caso, o Estado Ideal do Organismo. Adotamos essa visão.
A abordagem médica usual diz: atue quando existir problemas, de preferência precocemente.
Outra, mais avançada, sugere: atue de modo preventivo, antes de um problema aparecer. Prevenir foi, é e sempre será melhor que remediar, seja detectando precocemente os desvios de funcionamento, seja dificultando o aparecimento de doenças.
E, por fim, chegamos a uma diretriz mais recente. Tratar precocemente e prevenir doenças é bom, mas promover a saúde é ainda melhor. Por muito tempo acreditou-se que bastava retirar um determinado problema para que a consequência positiva aparecesse de modo automático. Por exemplo, a saúde mental seria consequência da ausência de transtornos emocionais. Ou a saúde em geral seria assegurada pela ausência de enfermidades. Nos últimos anos ocorreu uma mudança significativa no foco de diversas ciências, a de que não basta assegurar a falta de problemas para garantir uma qualidade positiva, no nosso caso, o Estado Ideal do Organismo. Adotamos essa visão.
O Estado Ideal do Organismo é consequência de uma busca ativa pela melhora das capacidades funcionais do organismo e da mente, eliminando toxinas e facilitando o funcionamento do organismo em atividades que você nem percebe estarem ocorrendo. Buscamos indicadores do Estado Ideal no bem-estar subjetivo, aumento no vigor físico e emocional, maior ânimo e disposição física, com maior sensação de vitalidade.
O Sistema Masci de Saúde Ortossistêmica busca o Estado Ideal do Organismo porque ele é a condição de possibilidade para que cada pessoa em particular, com suas peculiaridades e potenciais únicos, tenha uma vida saudável em todos os sentidos, em direção a estados de harmonia, fluição, competência pessoal, auto-atualização, contentamento, realização e transcendência.
Clique para conhecer o Sistema Masci de Saúde Ortossistêmica .
:: Aplicações e benefícios :: Fibromialgia : Abordagem Ortomolecular
Fibromialgia
A doença acomete preferencialmente mulheres entre 25 e 50 anos, e a maioria absoluta apresente dores musculares. Essas dores costumam ser generalizadas, embora possa começar numa região específica, como ombros ou nas costas, e daí espalhar-se ou migrar para outras regiões.
Não temos como modificar diretamente a estrutura do nosso cérebro. Mas temos como modificar indiretamente seu funcionamento.
Nosso sistema digestivo está envolvido em algo em torno de 80 % da nossa capacidade imunológica, além de ter influência no nosso estado emocional. A conexão entre nosso sistema digestivo e nossos pensamentos e emoções pode ser resumida assim. O intestino tem, entre outras funções, a capacidade de selecionar o que deve e o que não deve ser absorvido. Essa seleção, na prática, ocorre nas vilosidades intestinais, que com freqüência são lesadas por várias medicações (como anticoncepcionais, antiinflamatórios, corticóides e antibióticos administrados por longos períodos de tempo), além do tipo de alimento modificado que ingerimos comumente.
Como resultado, ocorre um aumento da permeabilidade das vilosidades intestinais que acaba permitindo a passagem de toxinas fabricadas por parte das bactérias que habitam nosso intestino. Esse aumento de permeabilidade também permite a passagem de metais pesados e de partículas alimentares em tamanho irregular, sendo que muitas delas têm o potencial de se fixar no cérebro e alterar seu funcionamento.
Não importa se um acontecimento estressante tiver origem psicológica, vir de um traumatismo físico ou de uma infecção. Qualquer que seja a origem, as mesmas reações químicas acontecem no organismo. Essas reações têm em comum um estado inflamatório inespecífico, que na verdade é uma tentativa bastante primitiva do organismo restringir os danos. Como o maior risco dos nossos ancestrais era o do contágio por micróbios, nosso organismo ainda reage da mesma maneira que foi tão útil aos nossos antepassados: ele promove uma reação inflamatória, o que inclui um conjunto de alterações que tem por objetivo reduzir a quantidade de nutrientes que os microorganismos necessitam.
O diagnóstico é feito por exame de laboratório simples, que a maioria dos laboratórios faz sem dificuldades e tem cobertura pelos convênios, Já para a correção, utilizamos substâncias naturais que têm a capacidade de reduzir o estado inflamatório sem os efeitos colaterais dos antiinflamatórios químicos.
Durante muito tempo mulheres que apresentavam dores musculares difusas, depressão, dores de cabeça, insônia e cansaço tinham grande chance de serem rotuladas de sofrerem de doença emocional. Hoje sabe-se que existe uma doença chamada fibromialgia, cuja origem ainda se discute, mas que sem sombra de dúvida não é coisa "da cabeça", e muito menos emocional.
SINTOMAS DA FIBROMIALGIA
A dor pode ter várias características, podendo ser do tipo em peso, em espasmo ou mesmo arder, e é característico nessas pessoas possuir áreas de sensibilidade aumentada em certas regiões, na verdade são 18 áreas sendo que pelo menos 10 dessas são muito sensíveis em quem sofre de fibromialgia.
SINTOMAS DA FIBROMIALGIA
É muito comum em quem sofre de fibromialgia que o sono não seja reparadador, que ao se acordar permaneça uma sensação de cansaço. Na verdade, pela manhã, além do cansaço, há tendência a sentir os músculos mais "duros" e muitas vezes com dores no corpo inteiro.
Exercícios físicos costumam melhorar um pouco, assim como calor no local, e dependendo do clima (frio, calor, chuva, umidade, etc) pode haver alteração para melhor ou pior.
O estado emocional também afeta, especialmente o sentimento de tristeza e o estresse, e eventualmente o excesso de barulho só fazem piorar o quadro.
O cansaço parece vir com mais facilidade, em geral o suficiente para dificultar as atividades do dia-a-dia. Dor de cabeça, especialmente a do tipo tensional (em aperto ou em peso, como se fosse uma faixa ou uma "morça" ao redor da cabeça) também são comuns, asssim como dores no abdome, inchaço ( distensão abdominal), além de prisão de ventre e diarréia alternadamente.
Em resumo, os sintomas principais da fibromialgia são:
1. Dor generalizada, pelo corpo todo, que já dura no mínimo três meses.2. Sono inquieto, superficial e não-reparador. Mesmo com muitas horas de sono o cansaço aparece logo pela manhã.3. Fadiga prolongada, um cansaço com falta de energia que aparece mesmo com pequenas atividades físicas.4. Transtornos intestinais, especialmente prisão de ventre intercalada com algumas diarréias, além de excesso de gazes intestinais.5. Dormência e formigamento nas mãos e pés, e também nos braços, pernas e rosto.6. Sentimentos de tristeza e desesperança por longos períodos de tempo. Irritabilidade por pequenos motivos.7. Dores de cabeça, em especial enxaqueca (dor pulsante, que piora com a luz e com ruídos)8. Sensação de inchaço no corpo todo, inclusive nas articulações.9. Musculatura endurecida.10. Mal estar, irritação ou piora das dores com mudanças no ambiente, como variações na temperatura, barulhos e ruídos, estresses emocionais.
NOSSA ABORDAGEM ORTOMOLECULAR NA FIBROMIALGIA
A abordagem se faz tanto com a correção dos fatores que levam ao desequilíbrio da química do organismo, quanto o fornecimento das substâncias necessárias ao funcionamento do corpo. Alguns exemplos mais marcantes:
1. Facilitação do Funcionamento do Cérebro:
Seu cérebro, para dar origem ou gerenciar tudo aquilo que você pensa, sente ou faz, possui algo em torno de cem bilhões de neurônios, sendo que cada neurônio pode se comunicar com até mil outros neurônios.
Toda essa comunicação, algo em torno de mil trilhões de possibilidades combinadas, é realizada por substâncias químicas, os neurotransmissores.
O funcionamento requer energia, e seu cérebro, embora com apenas dois por cento do seu peso corporal, consome entre vinte a trinta por cento dos recursos energéticos disponíveis.
O detalhe é que ele não possui nenhum reserva, depende o tempo todo de um aporte periódico de energia e nutrientes.
Vários aminoácidos e vitaminas participam na formação das substâncias químicas que estão envolvidas no funcionamento das áreas do cérebro responsáveis pelas emoções, pelos pensamentos e pela memória. A administração correta dessas substâncias naturais pode permitir ao cérebro corrigir seu funcionamento. Esse aporte de substâncias benéficas é feito pela administração da própria substância isolada (sob a forma de cápsulas ou injetaveis), e também pelo aumento do consumo de alimentos chamados de "funcionais", por conterem quantidade considerável da substância que se deseja aumentar.
Um exemplo dessa abordagem: tanto a ansiedade quanto a depressão tem um mediador químico cerebral envolvido no processo chamado serotonina. Vários antidepressivos são capazes de aumentar a quantidade de serotonina do cérebro ao dificultar sua volta na célula que a liberou, inibindo sua absorção (recaptação), mas ao custo de muitos efeitos colaterais. Já certos aminoácidos podem aumentar a quantidade da mesma serotonina ao aumentar sua produção, fornecendo em quantidades extras a matéria prima para sua fabricação. O processo tem bem menos efeitos colaterais e, ao contrário dos antidepressivos, não dá origem a sintomas de abstinência (eufemisticamente chamado de "síndrome da descontinuidade") quando é interrompido.
Outros precursores de transmissores químicos cerebrais têm o mesmo princípio de favorecer funções cerebrais, modulando, por exemplo, a irritabilidade, a agressividade, a tristeza, a iniciativa e o prazer.
Todo esse sistema também depende do "líquido” que permeia as células, a matriz extracelular. Se essa matriz estiver "limpa”, o terreno facilita o funcionamento das células. Se essa matriz estiver "suja”, com dejetos tóxicos, o funcionamento fica prejudicado. Por isso, um dos grandes objetivos em nossa clínica é, além de nutrir adequadamente o cérebro com as substâncias apropriadas, promover a retirada de conteúdos tóxicos.
2. Correção das funções gastro-intestinais.
Como resultado, ocorre um aumento da permeabilidade das vilosidades intestinais que acaba permitindo a passagem de toxinas fabricadas por parte das bactérias que habitam nosso intestino. Esse aumento de permeabilidade também permite a passagem de metais pesados e de partículas alimentares em tamanho irregular, sendo que muitas delas têm o potencial de se fixar no cérebro e alterar seu funcionamento.
Além disso, ocorre uma alteração no equilíbrio entre as bactérias "boas" (que entre outras qualidades fabricam vitaminas do complexo B e a vitamina K), que passam a perder terreno para bactérias nocivas. As conseqüências dessa mudança na flora intestinal são muitas, mas para dar um exemplo interessante, considere que algumas bactérias nocivas se alimentam de açúcar, e têm como estratégia de sobrevivência inibir a serotonina do cérebro. Assim, ela consegue mudar nossas emoções no sentido de que passamos a ingerir mais açúcar, o alimento que ela tanto deseja.
O diagnóstico é realizado com exames laboratoriais, e a correção com mudança dos hábitos alimentares, além de antioxidantes que agem nas paredes do intestino e ingestão de bactérias "boas" para competir com as nocivas.
3. Correção do estado inflamatório.
O diagnóstico é feito por exame de laboratório simples, que a maioria dos laboratórios faz sem dificuldades e tem cobertura pelos convênios, Já para a correção, utilizamos substâncias naturais que têm a capacidade de reduzir o estado inflamatório sem os efeitos colaterais dos antiinflamatórios químicos.
4. Mudança nos hábitos de vida
O que inclui incentivo e orientação para atividade física, hábitos regulares de sono, alimentação balanceada, meditação, técnicas de relaxamento, entre outras medidas.
Leia mais sobre Medicina Ortomolecular clicando aqui.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Pregabalina - Lyrica - A Fibromialgia agora tem remédio
A Fibromialgia, enfermidade que causa fadiga crônica, dores musculares difusas e rigidez, finalmente conta com um tratamento eficaz. A pregabalina, de nome comercial Lyrica, produzida pelo laboratório Pfizer, foi aprovada pelo Food and Drug Administrator nos Estados Unidos no meio de 2007 e trata-se da melhor opção existente na atualidade para o tratamento dos sintomas da Fibromialgia.
Sabidamente, a Fibromialgia é uma doença incapacitante que até o momento não possui cura ou tratamento definitivo. A pregabalina conseguiu demonstrar em um estudo (Pregabalin improves pain associated with fibromyalgia syndrome in a multicenter, randomized, placebo-controlled monotherapy trial. Crofford, L. et al. Arthritis and Rheumatism 2002, 46 (supplement 9) S613)a redução em mais de 50% da dor em 29% dos pacientes que a utilizaram em monoterapia (ou seja, sem uso concomitante de outras medicações), comparado a apenas 13% dos pacientes que utilizaram placebo.
Se olharmos o número absoluto (29%), podemos ver que somente um terço dos pacientes que tomaram a medicação tiveram benefícios, mas é importante salientar que o tratamento da Fibromialgia não é feito somente com uma medicação. É necessário que os pacientes mantenham-se em um programa de reabilitação física, com acompanhamento psicológico ou psiquiátrico além de outras medicações para a dor.
Além do tratamento da Fibromialgia, o Lyrica também pode ser utilizado para o tratamento de dor neuropática periférica, como aquela que acontece em diabéticos ou secundária ao herpes zoster e da dor neuropática central, como aquela sentida por pacientes com lesão da medula espinhal. Ainda é passível de ser utilizado em pessoas com crises convulsivas parciais como complemento ao tratamento anti-epilético já em uso, quando este não está sendo eficaz. Ainda, é útil nos casos de ansiedade generalizada, já que trata-se também de um bom estabilizador do humor.
É importante ressaltar que é uma medicação de uso controlado e só pode ser obtida após consulta e prescrição médica. Dúvidas sobre o tratamento, a dose atual para utilizar e outras dúvidas devem ser tiradas com o seu médico no momento da consulta.
Tags:é-tratamento-ã-fibromialgia-medicaç-pacientes-outras-lyrica-nã-pregabalina-momento-mé-utilizaram-já-eficaz-també-utilizado-neuropá-aquela-placebo
OLÁ!!!GOSTARIA DE COMPARTILHAR INFORMAÇÕES COM PORTADORES DA FIBROMIALGIA!!!
Somos desanimados e sentimos muita dor.Acham sempre que somos manhosos.
Olá,companheiros! Você tem fibromialgia? Deixe sua mensagem neste blog. Vamos Compartilhar as nossas dificuldades. Um abraço: Catarina.
Fibromialgia
Voce que sofre com a Fibromialgia,ou tem algum parente ou amigo nessa condição, venha trocar suas experiências,informações e idéias.
domingo, 7 de agosto de 2011
Catarina (Depresão e Fibromialgia) disse...
Prefeitura de Queimadas – PB
Excelentíssimo Sr. Prefeito de Queimadas – Paraíba. Venho por meio desta, pedir V.Exa, que venha olhar os problemas que os moradores da comunidade do Zé velho estão atravessando com o problema da falta de água naquela localidade com a empresa CAGEPA, eles pagam conta e não tem água, tem que compra água do carro pipa. Eu sou de Minas e li isto em um blog.
Na certeza de vossa compreensão, desde já, agradeço.
7 de agosto de 2011 16:39
sábado, 6 de agosto de 2011
Fibromialgia
A fibromialgia e uma síndrome dolorosa não-inflamatória, caracterizada por dores musculares difusas, fadiga, cansaço e dor em pontos dolorosos específicos sob pressão (pontos no corpo com sensibilidade aumentada ou tender-points).[1]
A palavra Fibromialgia deriva do latim fibro (tecido fibroso: tendões, fáscias), do grego mio (tecido muscular), algos (dor – algós) e ia (condição). É entidade nosológica reconhecida desde meados do século XIX com outras denominações – fibrosite, dor muscular crónica, reumatismo psicogénico, mialgia por tensão, ou mesmo confundida com sintomas de somatização.[1]
- A síndrome de fibromialgia ou somente fibromialgia é classificada como sendo um dos tipos de Reumatismos Extra-articulares, dos quais fazem parte as tendinites (tendinoses), as mialgias (dores musculares em geral), síndromes do túnel do carpo e tarso, bursites não infecciosas, entre outras. Pela denominação da sua classificação, a fibromialgia não acomete as articulações, como ocorre com os outros tipos de reumatismos. Afecta apenas as chamadas “partes moles”. Há cada vez mais evidências que esta síndrome seja causada por lesões musculares que permanecem no corpo de alguns indivíduos, provoca dores generalizadas nos músculos, ligamentos, tendões e fáscias (tipo de tecido fibroso que envolve todas as estruturas do corpo, inclusive as citadas anteriomente).
- As dores da fibromialgia podem variar de níveis de intensidade dependendo do paciente, de quais são os pontos do corpo afetados, de qual o estágio da síndrome ele se encontra naquele momento, se ele está ou não em crise, pelas condições do clima, do equilíbrio hormonal (nas mulheres), do estado psico-emocional, entre outros fatores. As dores podem variar desde uma simples sensação dolorosa até níveis insuportáveis ao toque da(s) área(s), ao movimento ou também com o corpo inerte (parado). Podem-se manifestar por períodos de horas, dias, meses ou permanentemente, em áreas diversas ou mais localizadamente.
- Portanto, geralmente as dores apresentam-se distribuídas pelo corpo e não necessariamente têm de ter simetria, ou seja, elas podem variar de intensidade de um lado em relação ao outro. As dores podem ou não serem acompanhadas de manifestações associadas. Destas últimas, as mais frequentes são: alterações quantitativas e qualitativas do sono ou distúrbios do sono, fadiga, cefaleias, alterações cognitivas (p. ex: problemas de memória e concentração), parestesias/disestesias (amortecimentos), irritabilidade emocional e, em cerca de 75% dos casos, depressão, entre outras. Há citações de haver praticamente perto de 200 manifestações associadas já catalogadas.
- É um acometimento musculoesquelético não articular, cujos critérios de diagnóstico foram estabelecidos pelo Colégiado Americano de Reumatologia (CAR) em 1990. Desde essa época, foram adotados pela comunidade científica no mundo ocidental – inclusive Portugal e Brasil.
- A Fibromialgia não possui um método de diagnóstico directo, portanto há a necessidade de se diagnosticar tal síndrome por exclusão. Ou seja, o médico necessitará fazer vários exames de imagem e de laboratório para excluir a possibilidade de os sintomas serem provocados por algum outro acometimento e se acaso o resultado for negativo para estes, o profissional tocará os pontos pré-determinados para o diagnóstico de fibromialgia e constatará ser de facto a síndrome.
- A Associação Brasileira de Reumatologia [2] recomenda aos médicos que sejam excluídos ao se fazer o diagnóstico de fibromialgia os seguintes acometimentos:
- Síndrome da dor miofascial;
- Outros reumatismos extra-articulares;
- Polimialgia reumática e artrite de células gigantes;
- Polimiosites e dermatopolimiosites;
- Miopatias endócrinas: hipotiroidismo, hipertiroidismo, hiperparatiroidismo, insuficiência adrenal, hiperglicemia; miopatia metabólica por álcool;
- Neoplasias;
- Doença de Parkinson;
- Efeito colateral de drogas: corticosteróide, cimetidina, estatina, fibratos, drogas ilícitas .
- Os pontos avaliados são em total 18, sendo que ao se constatar dor intensa em mais de 10 deles, confirma-se o diagnóstico.[3]
- Há algumas correntes de clínicos e pesquisadores que não aceitam apenas estes pontos e dependendo do conjunto de sintomas que o paciente apresente – excluindo os acometimentos citados acima – afirmam que os casos podem ser perfeitamente enquadrados como sendo fibromialgia.
- A Fibromialgia encontra-se incluída na Décima Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10), da Organização Mundial da Saúde, atualmente com código individualizado (M79.7).
- Esta síndrome tem como característica causar muito sofrimento para os seus portadores. Incluindo isso, dependendo do estágio em que o paciente se encontre.
- A Fibromialgia, de forma direta, não oferece risco de morte. Porém, de forma indireta, ela poderá trazer sérias consequências ao portador. Como a maioria necessita de administração de medicamentos muito fortes para a dor por longos períodos (anos, décadas – tais como: anti-inflamatórios, analgésicos e até morfina ou os seus derivados (em casos mais graves)- o fibromiálgico poderá ficar vulnerável a ter algum problema sério de saúde e vir a não perceber, ou perceber muito tarde. Se acaso o paciente com fibromialgia tiver por exemplo: pneumonia, apendicite, infecção urinária, úlcera, etc., estes problemas podem ser percebidos quando já estiverem em estado avançado, pois as medicações tiram as dores iniciais destes acometimentos e elas também não permitem que a febre se manifeste tão facilmente. Assim, o portador de fibromialgia deve estar muito atento para que não passe a correr riscos por causa da necessidade do uso das medicações para dor por tempo prolongado.
- Será melhor para o paciente que ele procure formas mais naturais, de maneira a evitar assim os riscos com a sua saúde.
- Algumas das informações aqui descritas podem não corresponder à realidade.
Incidência: A fibromialgia acomete cerca 2% a 4% da população adulta nos países ocidentais e as mulheres são 5 a 9 vezes mais afetadas do que os homens. A idade predominante do aparecimento dos sintomas oscila entre os 20 e os 50 anos. As crianças (há citações de casos com 2 anos de idade), os jovens entre 16 e 17 anos e também os indivíduos acima de 50 anos podem começar a apresentar Fibromialgia.
Causas
A causa e os mecanismos que provocam fibromialgia não estão perfeitamente esclarecidos dentro da medicina, porém existem vários mecanismos prováveis:
- Lesões músculo-esqueléticas que vão se acumulando com o decorrer do tempo. Os traumatismos provocados por quedas, esforço exagerado, acidentes, etc., em alguns indivíduos, podem permanecer latentes até por décadas e com o acúmulo deles no corpo, se poderá chegar a um momento em que eles se generalizem por quase todas as áreas. Tanto isso é verdade, que algumas técnicas terapêuticas naturais já conseguem reverter todo o quadro de fibromialgia apenas tratando individualmente cada área acometida. No final, se tem um indivíduo retornando à vida normal e fazendo atividades semelhantes a alguém que nunca teve fibromialgia.
- A diminuição de serotonina e o aumento de neurotransmissores, como da substância P, provocam maior sensibilidade à dor e podem estar implicados na diminuição do fluxo desangue que ocorre nos músculos e tecidos superficiais encontrados nos casos de fibromialgia. Porém, diversos trabalhos científicos comprovam que outros acometimentos que causam dor crônica intensa também provocam os mesmos problemas, donde vem a suspeita de não ser este o motivo das dores desta síndrome e sim, apenas uma reação normal do organismo quando está sob uma situação dolorosa intensa.
- Não há nenhuma evidência científica concreta que possa se afirmar que a fibromialgia seja causada por problemas emocionais. A ciência já provou, apesar de muitos desconhecerem este fato, inclusive alguns profissionais, que as dores da fibromiagia são geradas realmente nas áreas que o fibromiágico diz existir e não por sugestão ou influência psicológica. Na verdade, o que está comprovado é que apenas as crises desta síndrome podem ser provocadas pelas tensões emocionais. Ou seja, os pontos dolorosos permanecem latentes (escondidos) e quando a tensão emocional gera tensão física, esta última é o motivo de desencadear uma crise de fibromialgia. Mas desencadear a crise, não significa ser a causa da síndrome, apenas um agente desencadeador de crises.
- Também não há evidências concretas científicas que indiquem que a fibromialgia seja gerada por problemas na modulação da dor pelo Sistema Nervoso Central. Ou seja, um fibromiálgico sentiria muito mais dor do que um indivíduo normal, pois teria um problema no Sistema Nervoso Central – principalmente cérebro – que o tornaria extremamente sensível à dor. Isso já está provado não ser verdade, pois indivíduos com outras dores crônicas severas em áreas específicas do corpo também se tornam bem mais sensíveis por praticamente todo o corpo. Sabe-se que o aumento significativo de Substância P e outros neurotransmissores gerados pela área muito afetada estejam aumentando a sensibilidade do corpo como um todo – Semelhante ao que ocorre na fibromialgia.
- Não há nenhuma evidência concreta de que esta síndrome possa ser transmitida a outros indivíduos(já há muito que se sabe que ela não é transmissível)e nem se verifica maior prevalência em familiares – por hereditariedade.
O tratamento da fibromialgia inclui medicamentos e medidas assistência fisioterapêutica. Por ser uma doença idiopática (de causa desconhecida), a ênfase deve ser dada à redução dos sintomas de dor e na melhora da saúde de maneira geral.
Medicamentos APROVADOS [2] para fibromialgia:
- Antidepressivos.
- Analgésicos.
- Relaxantes musculares.
Tratamentos complementares e terapias alternativas devem ser utilizadas com cuidado e sempre com orientação médica,[4] para evitar agravar a doença ou mesmo ilusões por profissionais de caráter duvidoso.
Exercícios suaves, meditação e massagem são práticas de medicina complementar que, associadas ao tratamento médico, podem auxiliar a aliviar os sintomas de quem é afetado por esta síndrome. A Fisioterapia ameniza as dores,provoca relaxamento usando a eletroterapia (Ondas Curtas, Microondas) o Turbilhão, usado com água morna que tem efeito relaxante como os demais recursos eletroterápicos descritos. Além disso, os alongamentos e massagens terapeuticas são usadas para “soltar” os pontos de tensão.
É fundamental que o profissional que realiza a prática conheça os sintomas específicos relacionados à doença e trabalhe orientado pelo médico de acordo com a situação específica de cada paciente.
A Dra. Lin destaca que analgésicos e antiinflamatórios não são suficientes, destacando a necessidade de uma abordagem multidisciplinar. Segundo ela, os pacientes: precisam conhecer a proposta de tratamento que inclui medicação e atendimento psicológico e emocional. Além da medicação, a doutora indica também a acupuntura e a realização de exercícios físicos suaves para diminuir os sintomas, ressaltando a necessidade de aprender a reconhecer e administrar os fatores que desencadeiam as crises.
Também, há estudos que mostram que a Coenzima Q10 pode ser um sumplemento alimentar que auxilie no tratamento dessa síndrome (APPEL, Marli. Síndrome da fibromialgia: dor crônica – benefícios da Coenzima Q10. Disponível em: [1])
Algumas terapias foram avaliadas em pesquisas, como é o caso da massagem, hidroterapia e balneoterapia. Todas apresentaram uma melhora do quadro assim como uma permanência dessa melhora (entre 3 e 6 meses após o final do tratamento).
A grande maioria das terapias alternativas não têm uma pesquisa considerada válida pela comunidade científica, contando somente com a divulgação de pessoas que passaram por elas. Entretanto, algumas bases podem ser utilizadas para justificar a tentativa. Quaisquer terapias que ocasionem melhora da qualidade de vida sem sequelas ou efeitos colaterais danosos podem ser utilizadas pelos pacientes, apesar de não serem unanimidade. A escolha do tipo de tratamento deve levar em conta a adesão do paciente, suas possibilidades e a melhora da qualidade de vida.
XMRV: Retrovírus Ligado a Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crônica
Um retrovírus é aquela que insere o seu direito de DNA em sua composição genética da célula. No câncer, os tumores podem resultar quando um retrovírus insere seu DNA ao lado de um gene que regula o crescimento celular. Eu não vejo nada no jornal ME / CFS publicou a sugerir que os cientistas sabem exatamente onde o DNA é inserido em células humanas, mas imagino que será uma importante área de exploração como esta investigação continua.
OTÍCIAS DE PESQUISA IMPORTANTE: Em que eles estão chamando uma descoberta marco, os cientistas do Instituto Peterson Whittemore anunciar que descobriram um retrovírus, na maioria das pessoas com síndrome de fadiga crônica (CFS ou ME / CFS ). O estudo foi publicado recentemente na revista Science.
Estudo mostrou que um vírus chamado XMRV no sangue de 68 dos 101 ME / CFS pacientes, em comparação com apenas 8 de 218 pessoas saudáveis. Uma vez que o artigo foi submetido para publicação, no entanto, os pesquisadores do WPI dizem ter aperfeiçoado seus métodos de testes e já foram capazes de identificar o vírus em 95% dessas amostras de sangue mesmo de pessoas com ME / CFS, e em similares percentuais de pessoas com fibromialgia e atípicos esclerose múltipla .
Os pesquisadores dizem que este achado mostra que o retrovírus é um fator que contribui para estas condições. Esta é a primeira vez que XMRV foi isolado do sangue, ea primeira vez que foi demonstrado que a infecção XMRV pode ser transmitido entre as células sanguíneas.
Juntas, essas descobertas - de acordo com os autores do estudo - mostra que a infecção por XMRV pode ser um fator que contribui para o desenvolvimento da síndrome da fadiga crônica, fibromialgia, esclerose múltipla e atípica.
O que é XMRV?
XMRV foi originalmente descoberto no câncer de próstata de tecidos de homens que tinham um certo defeito do sistema imunológico-genética. Pesquisadores dizem ter encontrado um defeito semelhante em pessoas com ME / CFS e começou a procurá-la nas amostras de sangue depositado.
Os resultados iniciais indicam que XMRV pode ser transmitido através do sangue, mas pouco mais se sabe sobre como este vírus se espalha. Como um retrovírus, é da mesma classe como HIV e HTLV-1, que são conhecidos por causar doenças do sistema imunológico.
O que podemos esperar?
- Os investigadores estão continuando seu trabalho em XMRV e ME / CFS, incluindo um exame de sangue disponível para o público que detectar XMRV.
- O WPI é provisoriamente chamado XMRV condições relacionadas, incluindo ME / CFS, "X associados neuro-imunes" ou xand.
- http://translate.google.com.brEles são garantia de financiamento para começar a olhar para as drogas existentes, que pode suprimir XMRV e esperança para seguir que trabalham em estreita colaboração com testes em humanos.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
As Novidades
Depressão, um problema muito sério de saúde mundial e os sintomas iniciais é a alteração do humor e perda de vontade de fazer coisas que anteriormente eram feitas com prazer.
Segundo pesquisas, cerca de 20% da população mundial sofre ou já sofreu de depressão em fazes de sua vida e as mulheres são as que se entregam para este problema de saúde muito sério.
O melhor remédio para a depressão parte de própria pessoa em querer se recuperar e seguir em frente. Os médicos auxiliam no tratamento com medicamentos e ajuda psicológica, mas que vai determinar a cura é o próprio paciente.
Temas Teplógicos Impotantes
Depressão: Tudo o que você precisa saber
Um problema pouco reconhecido entre os jovens.As pessoas tendem a pensar na adolescência como um período difícil, turbulento, com variações do humor e crises emocionais. Os adolescentes realmente se deparam com várias situações novas e pressões sociais quando se aproximam da idade adulta e, para alguns, este período de transição é muito difícil.
Muitas pessoas, consideram estas flutuações do humor e as mudanças no comportamento como uma fase normal da adolescência. No entanto, há evidências de que estes problemas não fazem parte necessariamente, do processo normal de amadurecimento. Na verdade, para muitos adolescentes, sintomas como descontentamento, confusão, solidão, incompreensão e atitudes de rebeldia podem indicar depressão. Durante muitos anos, acreditou-se que os adolescentes não eram afetados por esta doença, mas atualmente os especialistas sabem que os adolescentes são tão suscetíveis à depressão quanto os adultos.
Se você suspeitar que um adolescente está sofrendo de depressão, saiba que poderá ajudá-lo. No entanto, na maioria das vezes, os jovens não reconhecem que estão deprimidos. Eles podem relutar em comunicar a outros, seus sentimentos de tristeza ou desesperança. Para alguém que deseja ajudar, é preciso carinho e intuição, bem como saber escutar. Aqui, você saberá reconhecer os inúmeros sinais e sintomas de depressão na adolescência, especialmente aqueles sintomas “ocultos”, difíceis de detectar.
Também, vem oferecer um estímulo, pois logo após o início de um programa de tratamento, os adolescentes já começam a ver a vida com mais esperança. Depressão: O que é e o que não é Todo mundo fica “derrubado” ou “na pior” de vez em quando. É normal sentir-se triste por curtos períodos, principalmente se algo de ruim ocorreu em nossa vida. Mas aqueles de nós que sofrem de depressão têm muito mais que “tristeza”, e esses sentimentos podem durar por muito tempo.
São muitos: 5% das pessoas pesquisadas têm depressão, e 10 a 20% vão sofrer de depressão em algum momento de suas vidas.
Cerca de 25% das mulheres e 10% dos homens pesquisados vão sofrer de depressão em algum momento. Mas a família e os amigos que nunca tiveram uma depressão real podem ter dificuldade em entender o que é isso. Muitos acham difícil pensar na depressão como doença, porque não há sintomas físicos evidentes. Mas a depressão é uma doença de verdade, causada por alterações químicas no cérebro, que impõe um padrão de pensamento negativo sobre si mesmo, os outros e, sobre o mundo.
Por isso não se deve dizer que depressão é falta de fé, preguiça ou má vontade. A depressão não é uma fraqueza, e sim um grave problema de saúde. Poucos acham que as doenças físicas sejam culpa do doente – e ninguém deveria achar isso no caso da depressão Como saber se você está com depressão? Como outras doenças, a depressão tem certos sintomas. Uma vez que esses sintomas são reconhecidos, pode-se tomar providências para o tratamento. Faça o seguinte teste para saber se você (ou alguém de sua família ou um amigo) pode estar deprimido.
Durante a maior parte das duas últimas semanas você:
• sentiu-se triste, preocupado ou aborrecido?;
• sentiu que sua vida era monótona, sem possibilidades de melhorar?;
• tem tido crises de choro?;
• ficou irritado com coisas pequenas que antes não o perturbavam?;
• não se diverte mais com seus passatempos ou atividades que antes o alegravam?;
• sentiu falta de autoconfiança ou sentiu-se fracassado?;
• tem dificuldade para dormir, ou tem dormido muito?;
• tem dificuldade de concentração ou de tomar decisões?;
• tem menos interesse em sexo do que antes?;
• tem pensado em morte e/ou suicídio?
NOTA: por favor, entre em contato com seu médico ou psicólogo, IMEDIATAMENTE, caso tenha respondendo afirmativamente à última pergunta. Se tiver respondido “sim” a quatro dessas perguntas, você possivelmente está com depressão. O primeiro passo no tratamento desses sintomas é conhecer a causa.
Efeitos físicos e mentais da depressão - A maior parte de nós pensa em tristeza quando se fala em depressão. Mas também há outros efeitos físicos, mentais e emocionais. Muitos deprimidos sentem-se desamparados, como se essa tristeza essa situação fosse durar para sempre. Sentem-se sem energia e sem interesse pela vida.
É difícil se imaginar sentindo novamente alegrias ou emoções, mesmo que quase todos os deprimidos apresentem melhoras. Alguns deprimidos podem sofrer de ansiedade. Outros se isolam e ficam menos sociáveis. Podem ficar mal-humorados e difíceis de agradar. Ninguém faz nada direito. O mundo da depressão é um mundo solitário.
As alterações no cérebro que afetam as emoções podem também afetar a capacidade mental. Isso quer dizer que é fácil ter pensamentos negativos, e pode ser difícil concentrar-se ou tomar decisões quando se está deprimido. Problemas físicos também podem ocorrer em pessoas deprimidas. Algumas têm dificuldade em dormir ou acordam muito durante a noite.
Outras querem dormir o tempo todo. A depressão também pode fazer com que alguém perca o apetite ou queira comer todo o tempo. Pode querer comer muitos doces. Alguns perdem o interesse pelo sexo. Outros têm dores de estômago, constipação, dor de cabeça que não passa com nada, suores, taquicardia ou outro sintoma físico.
Por que algumas pessoas têm depressão? Conhecer as causas da depressão ajuda os deprimidos, seus amigos e sua família a entender quanto ela é dolorosa e por que não é possível “sair dela”. Em nosso cérebro há mensageiros químicos chamados neurotransmissores.
Esses mensageiros ajudam a controlar as emoções. Os dois mensageiros principais são a serotonina e a norepinefrina. Os níveis deles aumentam ou diminuem, mudando nossas emoções. Quando os neurotransmissores encontram-se “em equilíbrio”, sentimos a emoção certa para cada ocasião.
Quando alguém está deprimido, os mensageiros químicos não estão em equilíbrio. Isso significa que alguém pode se sentir triste quando deveria estar alegre. Ainda não está claro por que isso ocorre em algumas pessoas e não em outras, mas parece que a depressão ocorre em certas famílias. Outros desencadeadores da depressão são:
• eventos estressantes ou perdas. É normal sentir-se triste após uma perda, como a morte de um ente querido ou o rompimento de uma relação. Às vezes essa tristeza pode se transformar em depressão, em pessoas que têm essa tendência. Problemas de dinheiro, trabalho ou outros problemas pessoais podem também desencadear a depressão;
• doenças físicas. Algumas doenças, como esclerose multipla ou derrame, podem causar alterações cerebrais que levam à depressão. Outras doenças podem levar à depressão porque são dolorosas e mudam a vida das pessoas.
• níveis hormonais. Os hormônios são substancias que se encontram no organismo. Se os níveis de hormônios entrarem em desequilíbrio, a depressão pode surgir. Por exemplo, pessoas com problemas da tireóide podem ficar deprimidas.
• uso de certos medicamentos, drogas ou álcool. Alguns medicamentos, como os remédios para pressão alta, podem causar depressão. (Se isso ocorrer, entre logo em contato com o médico.) O álcool e algumas drogas ilegais podem piorar a depressão. Não é bom que os deprimidos usem essas substancias, mesmo que pareçam ajudar momentaneamente. As Muitas Formas de Cuidar da Depressão Hoje em dia, há muitas formas de tratar a depressão. Isso quer dizer que nenhum deprimido precisa sofrer sem necessidade. Atendimento psicológico, médico, medicação antidepressiva, aconselhamento com o pastor e apoio da família e amigos são meios eficazes no tratamento da depressão.
Por que a avaliação profissional é importante? O primeiro passo no tratamento da depressão é consultar um profissional (psicólogo ou médico). Ele precisa conhecer seus sintomas e por quanto tempo você tem se sentido deprimido. O psicólogo fará uma avaliação de seu humor e estado mental, se necessário o encaminhará a um médico, caso sua depressão necessitar de medicação antidepressiva.
O médico fará um exame físico e testes laboratoriais. Assim, os problemas físicos podem ser descartados, e irá poder fazer um plano de tratamento efetivo para você. Seu médico ou o psicólogo poderá fazer algumas destas perguntas com o fim de conhecer melhor sua situação: alguém em sua família sofre de depressão? está tomando algum medicamento? você sofreu alguma alteração ou perda importante em sua vida? tem tido alterações no sono ou no apetite? tem pensado em morte ou suicídio? tem dificuldade de se concentrar no trabalho? tem sentido mudanças no desejo sexual?
As vezes, quando se está deprimido, pode ser difícil lembrar-se de muitos detalhes. Um membro da família pode ajudar a completar o quadro na sua primeira consulta. Peça ao médico ou psicólogo que escreva as instruções. Não tenha vergonha de telefonar ao profissional que está tratando de você (médico ou psicólogo), para dar informações que você só lembrou depois da consulta.
O que vai acontecer depois? Depois que for confirmado o diagnóstico de depressão, vocês falarão do tratamento. O tratamento consiste em submeter-se à uma psicoterapia que, geralmente, consiste em sessões semanais de 50 minutos por um período mínimo de 4 a 6 meses, a qual poderá juntar-se medicação antidepresiva, dependendo da avaliação profissional.
A Terapia Cognitiva é a mais eficaz para a depressão. O tratamento deve incluir psicoterapia e talvez medicação antidepressiva. Se você buscar primeiramente um médico ele pode recomendar outro profissional para fazer a psicoterapia, enquanto ele cuida da medicação, se necessário.
Como funcionam os antidepressivos? Os antidepressivos são medicamentos que ajudam a restaurar o equilíbrio químico no cérebro. Quando isso ocorre, sua depressão melhora gradualmente. Seu médico vai usar informações sobre seus sintomas, saúde física, histórico familiar e resposta anterior a medicamentos para escolher o antidepressivo certo para você.
É importante saber que os antidepressivos não são a cura, e que a depressão tende a ocorrer novamente. Leva tempo para os antidepressivos começarem a funcionar e, às vezes, a dosagem precisa de ajuste. Em geral, as pessoas se sentem melhor após três ou quatro semanas. Alguns podem melhorar antes. É vital não parar de tomar o medicamento se os sintomas parentemente melhorarem rapidamente, nem se não melhorarem rapidamente.
Os antidepressivos devem ser tomados de acordo com a orientação médica para que funcionem corretamente e para evitar que a depressão retorne. Siga as instruções do médico e entre em contato com ele se tiver dúvidas ou preocupações.
Não esqueça de perguntar ao médico quais benefícios e possíveis efeitos colaterais podem ocorrer com seu antidepressivo, e se você deve evitar certos medicamentos. Outros lugares onde buscar auxilio Lembre-se, a depressão destrói a energia e a auto-estima e interfere na capacidade ou vontade da pessoa pedir ajuda, por isso, tenha em mente que também há outras fontes de auxílio: parentes ou amigos solidários, grupos de apoio ou o seu pastor.
Seu médico ou psicólogo podem recomendar materiais educativos que podem ajudar você e sua família. Finalmente, VOCÊ é uma fonte valiosa. Pode tentar exercícios leves, que melhoram o humor: comemore suas pequenas vitórias, como uma visita aos amigos; mantenha um diário, onde possa anotar suas melhoras no decorrer do tempo.
Entretanto, apesar de haver muita coisa a ser feita para tratar a depressão, o passo mais importante é o primeiro: BUSCAR AJUDA. A avaliação prévia do profissional é crucial para o planejamento de um tratamento eficaz para você. E, se estiver deprimido, por favor, procure um profissional HOJE, para começar a se sentir melhor o mais rapidamente possível. Você merece!
Dr. Adami A. R. Gabriel – Pastor e Psicólogo Clínico
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