O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono . No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série
de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Por vezes problemas emocionais eram considerados como fator determinante desse quadro
ou então um diagnóstico nebuloso de “fibrosite” era estabelecido. Isso porque acreditava-se que houvesse o envolvimento de um processo
inflamatório muscular, daí a terminação “ite”.
Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O
termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos. O que não quer dizer que acarrete
deformidade física ou outros tipos de seqüela. No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional,
motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só
confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do
tratamento.
A partir da década de 80 pesquisadores do mundo inteiro têm se interessado pela fibromialgia. Vários estudos foram publicados, inclusive
critérios que auxiliam no diagnóstico dessa síndrome, diferenciando-a de outras condições que acarretem dor muscular ou óssea. Esses critérios
valorizam a questão da dor generalizada por um período maior que três meses e a presença de pontos dolorosos padronizados.
Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem favorecer as manifestações da fibromialgia, dentre eles doenças graves, traumas emocionais ou
físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de gripe ou um acidente de carro, podem estimular o aparecimento dessa
síndrome. Por outro lado, os sintomas de fibromialgia podem provocar alterações no humor e diminuição da atividade física, o que agrava a
condição de dor.
Pesquisas têm também procurado o papel de certos hormônios ou produtos químicos orgânicos que possam influenciar na manifestação da dor, no
sono e no humor. Muito se tem estudado sobre o envolvimento na fibromialgia de hormônios e de substâncias que participam da transmissão da dor.
Essas pesquisas podem resultar em um melhor entendimento dessa síndrome e portanto proporcionar um tratamento mais efetivo e até mesmo a sua
prevenção.
Cerca de 2,5% da população brasileira é atingida pela fibromialgia, mas ainda existem muitas dúvidas a respeito dessa doença. Na verdade, a
fibromialgia só foi catalogada muito recentemente e, por isso, até mesmo os médicos desconhecem esse problema. É muito comum que as pessoas
procurem um especialista e sejam descreditadas, já que a dor é “invisível”. Assim, é muito importante divulgar e informar sobre essa doença,
que está se tornando cada vez mais comum.
O processo Doloroso é terrível na Fibromiagia. Os mais comuns e característicos sintomas da fibromialgia são dor, fadiga e distúrbio do sono.
A dor é o principal fator que leva o paciente a procurar cuidados médicos. As queixas dos pacientes em relação aos sintomas dolorosos são
expressas com palavras do tipo: pontada, queimação, sensação de peso, entre outras.
O paciente apresenta dificuldade na localização precisa do processo doloroso. Alguns têm a impressão de que ela ocorre nos músculos, outros nas
articulações, enquanto uma parte relata que a dor se localiza nos ossos ou "nervos". Uma grande parte destes pacientes se queixa de dor difusa, referindo-se à dor com expressões do tipo: "dói o corpo todo" ou "dói tudo, doutor",
quando interrogados sobre a sua localização.
Tem se demonstrado, por meio de diversos estudos, a diminuição da produtividade e da qualidade de vida na fibromialgia. Isso justifica o
crescente interesse da classe médica no estudo dessa entidade clínica.
Causas da Doença
Pouco se sabe sobre os fatores que levam ao aparecimento da fibromialgia, mas estudos mostram que desequilíbrios hormonais e o estresse estão
relacionados com o surgimento da doença. Por essa razão, as mulheres são as principais vítimas – a cada 10 casos, apenas 2 acometem os homens.
Nos pacientes, observa-se uma queda nos níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem estar. Isso explica grande parte dos
sintomas. As dores podem ser confundidas com algumas doenças reumáticas, mas, no caso da fibromialgia, não existem inflamações ou deformidades
físicas. Contudo, é importante ressaltar que as dores são reais, e não fruto de distúrbios psicológicos.
Sintomas da Fibromialgia
O principal sintoma da fibromialgia é a dor intensa por todo o corpo. Quem sofre com o problema pode, inclusive, ter dificuldade para executar
tarefas simples, como limpeza da casa ou levantar objetos do chão. Além da dor, outros sintomas também são característicos da doença, como:
1. Dor generalizada pelo corpo por, pelo menos, três meses.
2. Sono inquieto, superficial e não-restaurador (o paciente já acorda cansado).
3. Cansaço, perda de energia e diminuição da resistência a exercícios físicos.
4. Cólon irritado (diarréia alternada com prisões de ventre) e outras disfunções intestinais.
5. Formigamento e dormência nos braços, pernas, rosto e, sobretudo, nas mãos e nos pés.
6. Depressão de ansiedade crônicas.
7. Cefaléia
8. Sensação de inchaço nas articulações.
9. Rigidez muscular.
10. Desconforto diante de mudanças
Tipos de Tratamento Alopático
1. Uso de antidepressivos tricíclicos para aumentar a vida útil da serotonina. A dosagem é menor do que para pacientes com depressão e tem
efeito analgésico e de relaxante muscular.
2. Uso de analgésico leve para interromper o ciclo da dor. Indicado em casos de crises agudas, tem efeito temporário.
3. Exercícios físicos de baixo impacto (caminhadas ou natação) aumentam a produção da endorfina e melhorar a oxigenação muscular.
4. Alongamento para aliviar a sensação de dor provocada pela contração muscular excessiva, comum em pacientes com fibromialgia.
5. Acupuntura para melhorar a qualidade do sono, estimular a produção de serotonina e endorfina e combater a depressão e a ansiedade.
6. Redução das situações de estresse procurando fazer pequenas pausas de descanso ao longo do dia para evitar a fadiga.
7. Técnicas de relaxamento: ioga, meditação, massagem, meditação, massagem e hidroterapia (a água também ameniza a dor).
Fatores de Risco
1. Falta de condicionamento físico: o sedentarismo é apontado como o principal fator de risco. “Pouquíssimos atletas desenvolvem fibromialgia”,
diz Jamil Natour, reumatologista da Unifesp.
2. Mudanças hormonais como incidência de fibromialgia são maiores em mulheres que estão entrando na menopausa: os pesquisadores suspeitam que
as mudanças hormonais estejam entre os fatores que desencadeiam a doença.
3. Estresse e traumas emocionais: um acidente de carro pode estimular o aparecimento da doença.
4. Doenças infecciosas: há vários relatos de pacientes que desenvolveram fibromialgia depois de serem acometidos por doenças infecciosas.
5. Hereditariedade: filhos de fibromialgicos têm mais chances de desenvolver a doença, mas os pesquisadores não sabem se o fator de risco é o
estilo de vida da família ou a genética.
Como Tratar com a Medicina Alternativa:
Fitoterapia
As plantas medicinais do cerrado mais indicadas para o tratamento da fibromialgia, são Cipó de Junco; Santa Branca (mesma utilizada no
tratamento da Gota);e também Valeriana, Arnica, Calêndula, Erva Baleeira, Garra do diabo, Gengibre, Ginkgo biloba, Graviola, Cipó Mil Homens, Unha de Gato, Uxi Amarelo, Sucupira, Erva Andorinha. A Loja do Chá de Aracaju www.alojadochadearacaju.com.br tem disponível seu extrato floral denominado FIBROMIN, onse se encontra as ervas com indicação mais precisa para os casos de fibromialgia.